O primeiro ano do bebê em poesia: uma para cada mês

Poesia é um assunto central aqui no blog. Ao longo do tempo, o Só Melhora ficou conhecido muito por causa das minhas poesias. Dentre todas já publicadas por aqui, há uma série delas muito especial para mim, que eu chamo de Primeiro Ano do Bebê.

As poesias do Primeiro Ano do Bebê acabaram ficando lá nos posts iniciais do blog. Pode-se encontrá-las pela categoria Poesia – Primeiro Ano no menu superior. Mas ficaram um pouco dispersas pelo conteúdo.

Resolvi fazer esse post para reuni-las num único lugar e facilitar o acesso de vocês. Espero que ajude por enquanto. Quem sabe um dia essa série de poesias não vire um livro? (aceito indicações de possíveis editoras interessadas!)

 

O Primeiro Ano do Bebê em poesia

primeiro ano do bebê 01

 

Materna Idade

A primeira poesia dessa série é bem curtinha. Apenas algumas linhas, mas muito significativa para mim. É o texto que inaugura o álbum do primeiro ano do Vinicius (o meu Vinicius, meu filhote). É sobre a descoberta da gravidez.

 

À Espera

Ainda antes do bebê nascer, essa é uma poesia sobre o período da gestação. Estar grávida, gestar uma vida dentro da gente, é algo simplesmente senscional, indescritível na sua plenitude. Foi um momento mágico na minha vida, eternizado nesses versos de uma gestante.

 

O Milagre

Eu realmente acredito que o nascimento de um filho é um milagre de Deus. É, indiscutivelmente, um divisor de águas – a vida pode ser vista como “antes do filho” e “depois do filho”. A vida muda drasticamente e nada mais será como antes. Essa poesia é sobre o exato momento em que aconteceu o meu milagre.

 

Primeiro Mês

E finalmente chegamos ao primeiro mês do bebê nessa série de poesias! Sim, o nascimento de um bebê é um milagre, mas seu primeiro mês de vida é um caos. Esses versos são sobre o lado caótico da chegada de um filho. Minha respiração fica ofegante só de lembrar! Ainda bem que passa.

 

Segundo Mês

O segundo mês de vida do meu filho teve um tema marcante: a complementação do leite materno. Claro que tive medo que ele largasse o peito (eu não queria isso de jeito nenhum!). Claro que me senti culpada (afinal, toda mãe deveria conseguir amamentar seu filho adequadamente, certo?). É disso que trata essa poesia.

 

Terceiro Mês

A poesia do terceiro mês é também uma confissão: o amor que sinto pelo serzinho que gestei e vi nascer não pode ser descrito como “à primeira vista”. Tem seu tempo, mas não se engane: o terceiro mês passa e o amor vem – avassalador, infinito, imensurável.

 

Quarto Mês

Passado o primeiro trimestre confuso, vem a poesia do quarto mês do bebê. Finalmente, aquele bebezinho, antes quase imóvel, começa a dar respostas mais concretas de que está interagindo conosco! Aja brincadeira para distrair alguém com concentração máxima de 5 minutos o dia todo!

 

Quinto Mês

A poesia do quinto mês fala do menino minhoca que eu tinha em casa. Ele chegava a fazer calo nos pés de tanto se arrastar pelo chão! Com o poder da locomoção, um mundo novo se abriu para o pequeno. E finalmente apareceram as primeiras gargalhadas! Essa poesia é sobre a constatação de que um mês faz muita diferença para um bebê com apenas cinco de vida!

 

Sexto Mês

O sexto mês do bebê é tradicionalmente marcado pelo início da introdução alimentar – o que eu carinhosamente chamo de “a festa das papinhas”. Uma poesia sobre como eu adorava ver as caras e bocas que o pequeno fazia ao experimentar cada alimento novo.

 

Sétimo Mês

A poesia do sétimo mês é marcada pela minha volta ao trabalho depois do fim da licença maternidade. Adorei voltar a trabalhar, mas sentia MUITA saudade do meu filho. Era aquela história de ter um coração batendo fora do meu corpo: longe dele, eu sentia falta de um grande pedaço de mim.

 

Oitavo Mês

Já o oitavo mês do meu filho foi marcado pelo seu início na vida escolar. É incrível o salto no desenvolvimento de uma criança depois que ela passa a frequentar uma escola! E junto com o crescimento das habilidades do filhote, cresce também o amor. Esse é o tema dessa poesia.

 

Nono Mês

Foi no nono mês do meu filho que ele teve sua primeira virose. Bem no meio do seu primeiro Carnaval. Acho que foi a primeira vez que eu realmente fiquei preocupada com a saúde do meu filho. Não que uma virose seja algo grave, mas vê-lo fraquinho, sem se alimentar suficientemente e sem vontade de fazer nada é de cortar o coração de qualquer mãe. É disso que fala a poesia.

 

Décimo Mês

No décimo mês tivemos uma grande mudança por aqui: o filhote começou a ficar em pé. Para o bebê, isso é uma mudança não apenas no seu campo de visão, mas na sua visão de mundo! Eu estava começando a deixar de ter um bebê… e passando a ter um menininho! Os tombos começaram nessa época – e duram até hoje.

 

Décimo Primeiro Mês

Só foram aparecer dentes no meu filho no seu décimo primeiro mês de vida! Mas também, quando resolveram surgir os dentes, foram quatro de uma vez só (claro que causou algum incômodo). Não sei se tem ligação com o surgimento dos dentes, mas também foi nessa época que o Vinicius começou a querer comer sozinho. E eu assistindo tudo isso acontecer e escrevendo poesia.

 

Décimo Segundo Mês

Eu achei que o primeiro ano de vida do pequeno demorou séculos para passar. Se precisasse resumir em uma única palavra esse 1º ano, eu diria: INTENSO. A poesia do décimo segundo mês do bebê fala de um ano recheado de novos aprendizados. Foram 12 meses intensos e cansativos, sim. Mas passaram. E o que fica são as lembranças boas daqueles dias. E uma poesia, claro!

 

Fase Capacete

Encerrando essa série de poesias sobre o primeiro ano do bebê, vem o poema sobre a Fase Capacete. O meu filho parece que tem imã e é atraído facilmente para batidas, tropeços e quedas de todos os tipos. A vontade do pai da criança era forrar toda a casa com espuma! – ou manter o filho com um capacete permanentemente. Daí o nome: fase capacete.

 

Esse é o fim da série de poemas sobre o primeiro ano do bebê, mas não encerra meus versos maternos. Toda quinta-feira tem poesia nova por aqui e muitas delas são sobre o cotidiano materno. É só clicar na categoria Poesia lá em cima!

primeiro ano do bebê imagens

Para esse primeiro ano do meu bebê, fiz um scrpabook bem especial, o álbum do primeiro ano do Vinicius. Esse álbum tem todas as poesias dessa série que enumerei aí em cima. Além das fotos que acompanham cada fase e a decoração das páginas, claro.

A parte do álbum propriamente dito, como as fotos e a decoração, está na categoria “scrap” do Só Melhora. E as poesias que o compõe, na categoria “poesia”, como dito anteriormente.

 

Como foi o primeiro ano do seu bebê?

 

Há algum álbum para registrar o momento? Há algum texto (poesia ou narrativa) sobre esse primeiro ano do bebê? Conta para mim aqui embaixo nos comentários (ou no Instagram ou no Facebook) que vou adorar trocar figurinhas sobre o assunto!

10 comentários em “O primeiro ano do bebê em poesia: uma para cada mês

  1. Querida Talita
    Só uma pessoa tão sensível e bacana como você pensaria neste ano poético!
    ADOREI!!
    Achei lindo, lindo, lindo
    Sou fã das suas poesias. Parabéns!
    Bjks mil

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