Voltei a trabalhar ontem. Depois de deliciosas férias em família na praia! Estou naquele momento saudosista de adaptação, sabe?

Quando eu era pequena, já era assim: férias era sinônimo de ir para a casa de praia e brincar com os primos, comer comida da vó, conviver com os tios. Meus avós, tios e a maioria dos primos são de Tubarão e eu, até meus 17 anos, sempre morei em Florianópolis. Férias em família era mesmo para matar a saudade.

E quantas lembranças boas eu tenho das minhas férias de criança! Fazíamos revezamento de primos para ver quem dormiria no quarto da vó. Jogávamos baralho até mais tarde em duplas de mãe e filho (tias e primos). Criávamos nossas próprias gírias entre os primos. Construíamos um bocado de histórias para contar quando voltássemos para o colégio!

Essas memórias fazem parte de mim e ajudaram a construir minha visão de mundo. Família é algo tão importante e rico para mim por conta dessa convivência. Se não podíamos nos ver tanto quanto queríamos durante o ano, pelo menos tínhamos sempre nossas férias em família!

É por conta disso tudo que faço questão que meu filho também tenha férias em família!

Como já disse por aqui, nós moramos um pouco longe dos nossos pais. Não conseguimos vê-los todas as semanas, nem almoçar com eles num dia qualquer. Menos frequentes ainda são os momentos que conseguimos estar com nossos sobrinhos e irmãos/cunhados.

É por isso que, normalmente, em janeiro vamos correndo para a casa da praia! E fico muito feliz em perceber que o pequeno já espera por esses dias!

Fecho os olhos e vejo a imagem dele rindo, rindo muito! Ou por conta de alguma brincadeira com os dindos, ou porque conseguiu um prêmio bacana no joguinho dos primos, ou porque os avós trouxeram um presente, ou porque os tios estão fazendo “cosquinha”. Boas lembranças.

Também é nesses dias de férias em família que o filhote aprende que o mundo é bem maior que seu próprio umbigo – aprendizado importantíssimo para um filho único.

Que se não comer o bolo de chocolate agora, pode não ter mais depois. Que precisa dividir não só o bolo, mas também a atenção das pessoas. Que a maioria dos jogos de videogame dos primos é imprópria para um menino de 3 anos. Que há pessoas diferentes com costumes diferentes dos nossos – e tudo bem.

Férias em família são uma riqueza!

E assim como foi para mim, espero que meu filho aprenda essa importância. Que construa sua própria bagagem de lembranças e a utilize para tornar-se uma boa pessoa. Que sinta-se seguro e amado pelas pessoas que tem o seu sobrenome. E quando for a hora dele construir sua própria família, possa repassar esses valores adquiridos.

 

Como foram as férias por aí? Vocês também valorizam férias em família? Comenta aqui embaixo ou nas redes sociais!
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